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Belo Horizonte, 18 de Dezembro de 2013

ESCLARECIMENTO AOS ASSOCIADOS

A diretoria do Barroca vem manifestar perante seus associados e usuários dos serviços de restaurante do ex-concessionário Vesperata e Ribas, que o clube sempre procurou proporcionar a todos os parceiros a melhor condição de desenvolvimento de suas atividades nas dependências do clube.

De se salientar que o Barroca sempre teve um relacionamento cordial e efetivo com todos os seus parceiros, nunca antes tendo que ir ao poder judiciário para resolver qualquer situação decorrente desses relacionamentos, como agora ocorre, sendo estes parceiros de hoje e do passado testemunhas da lisura e ética pela qual o Barroca sempre se portou.

Diante de reclamações feitas ao Clube por usuários (sócios ou não), dando conta de recorrentes falhas e problemas nos serviços prestados pelo restaurante, foram feitas tentativas de negociação com o referido ex-concessionário, objetivando atender aos interesses dos associados, sem impedir, no entanto, a viabilização  econômica da atividade.

Em reunião entre o Sócio do Vesperata(Sr. Carlos) e o presidente e vice-presidente do clube (Sr. Geovani e Sr. Marcelo),realizada em no início de 2013, foi colocado pelo concessionário que sua atividade seria economicamente inviável e que ele iria entregar as chaves do restaurante ao clube, vez que alegava ter outros projetos.

Ainda na mesma reunião realizada entre as partes, foram feitas avaliações e ponderações entre o clube e o ex-concessionário, ficando acordado que o clube procuraria novo concessionário para atuar em suas instalações e o ex-concessionário providenciaria o encerramento de suas atividades, considerando, inclusive, que o contrato firmado entre estes já estava vencido.

Ficou ainda acertado que, caso fosse do interesse do ex-concessionário, poderia este encerrar suas atividades perante o clube a qualquer tempo, antes mesmo da contratação de novo concessionário, cabendo ao clube arcar com o ônus de ficar com os serviços suspensos.

Da mesma forma, o ex-concessionário, através de seu representante Sr. Carlos, assumiu a obrigação de desocupar as dependências do clube no prazo de 30 dias, caso o este último localizasse outro interessado em manter o serviço de restaurante.

Durante o período de abril a junho deste ano,foram feitos vários contatos com possíveis interessados na exploração do restaurante, sendo que os interessados visitaram as instalações do clube e percorreram o interior das suas dependências, do restaurante e da lanchonete, sempre acompanhados de um representante do clube e do ex-concessionario, tudo transcorrendo normalmente, sem nenhum questionamento.

Assim, quando a diretoria do Barroca identificou novo concessionário com firme propósito de manter o serviço, procurou o Sr. Carlos para tratar da desocupação dos espaços, conforme combinado, e, conseqüentemente, viabilizar o inicio de uma nova parceria com novo concessionário.

Para surpresa da diretoria, o Sr. Carlos mudou sua conduta e seu posicionamento diante da situação, exigindo ressarcimento financeiro para desocupar o imóvel, não cumprindo o que fora previamente combinado.

A diretoria do BTC ponderou com o Sr. Carlos tudo que foi feito no passado para tentar viabilizar a permanência do ex-concessionário no clube, seja por meio de sugestões de procedimento seja por meio de outras formas de apoio, inclusive financeiro, e que, naquele momento, com a imagem do ex-concessionário totalmente desgastada perante a comunidade barroquense, já não havia outra opção senão a de efetivar o novo concessionário.

Neste mesmo momento, a diretoria do BTC ainda questionou o Sr. Carlos sobre os aspectos éticos e morais da conduta adotada, já que ele sempre se manifestou de acordo com a substituição de concessionário, conforme acordado em reunião.

Lembramos a todos que o contrato de cessão de espaço firmado com o restaurante Vesperata previa, logo no início de sua vigência, prazo de carência de 24 meses para recuperação dos investimentos previstos pelo ex-concessionário, pelo que, quando do seu término não cabia e nem cabe qualquer indenização, uma vez que as eventuais benfeitorias realizadas foram integralmente ressarcidas logo no inicio da vigência do contrato.

Com a intransigente postura do Sr. Carlos, não restou outra alternativa ao clube  a não ser a de  buscar os seus direitos pela via judicial,  uma vez que  a diretoria não pode anuir com o posicionamento aético apresentado pelo ex-concessionário,o qual não honrou o pactuado com o BTC.

A diretoria do BTC esclarece que está se dirigindo a todos, por tomar conhecimento, através de sócios, conselheiros e até mesmo pessoas que costumam frequentar o restaurante, de relatos tratando a situação com inverdades e lançando dúvidas sobre a honra e seriedade desta diretoria.

A diretoria sempre se pautou, neste e em outros casos, pela moral, ética e cumprimento de suas avenças, observando nas suas atitudes a busca pelo justo e o respeito aos direitos, assim se portando perante todos os parceiros em todas as questões por esta tratadas.

A diretoria do BTC se coloca à disposição para prestar eventuais esclarecimentos a seus sócios, inclusive disponibilizando aos interessados a documentação relativa à situação, bastando, para tanto, agendar na secretaria o horário.

Atenciosamente,

Barroca Tênis Clube
Geovani Magalhães
Presidente

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